Atuei durante 19 anos como policial militar. Durante minha trajetória, fui um dos precursores da aceitação das tatuagens dentro da Polícia Militar do Estado de São Paulo, defendendo uma ideia que considero simples: tatuagens não definem o caráter de uma pessoa.
Após minha saída da PM, comecei a trabalhar como motoboy e vivi na prática os desafios da categoria. Por isso, valorizo e defendo melhores condições para esses profissionais.